1 de ago de 2013

The Last of Us


Título original: The Last of Us
Gênero: Survival Horror/Ação/Stealth
Classificação: Maiores de 16 anos
Número de jogadores: 1 (Single Player) e até 8 (Multiplayer)
Lançamento: 14 de Junho de 2013
Produzido por: Naughty Dog e Sony Computer Entertainment
Plataformas: PlayStation®3

Sinopse: Joel e Ellie, unidos por circunstãcias cruéis, precisam sobreviver a uma jornada brutal pelos EUA em um perigoso mundo pós-pandêmico.

Vai lendo!

Faaala, povo doido!
Como faz um tempo que não posto no VA (que vergonha, James ¬¬), vou reforçar os avisos que sempre deixo antes de começar qualquer crítica minha.

Antes de tudo, não tome minha opinião como definitiva e absoluta, ou seja, sinta-se livre para concordar ou discordar. Apenas mantenha o respeito e todo mundo sairá ganhando.

Mesmo que ocorra de eu criticar negativamente alguma mídia, sempre procure examiná-la e tirar sua própria conclusão. Sei bem que, por ser uma questão de gosto, é perfeitamente possível que algo que me desagrada muito chegue a agradar outras pessoas.

Por fim, alguns dos textos contêm uma quantidade significativa de spoilers (revelação de fatos), porém sempre procuro evitá-las ao máximo, já que também não gosto de ler uma crítica e ficar sabendo, por exemplo, do final de um filme antes mesmo de assisti-lo (ou de um jogo antes de jogá-lo).

Relembrado tudo isso, vamos ao jogo! o/


The Last of Us é o recente lançamento da produtora Naughty Dog, exclusivamente para PlayStation®3. Foi anunciado há mais ou menos um ano e é um dos jogos com o maior hype da atual geração. A história acompanha Joel, um homem de meia idade, que se encontra em uma cidade devastada por uma infecção e luta para sobreviver. Junto com ele você conhece Tess, uma mulher durona e companheira, e Ellie, uma garota de 14 anos cuja história é revelada bem lentamente durante o jogo. Há, claro, outros personagens, mas não falarei sobre eles aqui para evitar os tais spoilers.

O jogo todo ocorre nos Estados Unidos, onde, como eu disse logo acima, irrompeu um surto de uma infecção. Diferentemente de um surto comum, que transforma pessoas em zumbis sedentos de sangue, essa infecção é causada por fungos!


[momento Discovery]
O fungo (Cordyceps) se aloja no cérebro das pessoas e literalmente toma conta de seu sistema nervoso, tornando-as descontroladas e violentas. Há três estágios de infecção:
1- os humanos ficam violentos e atacam assim que percebem a presença de alguém. Nesse estágio, são chamados de Corredores.
2- a força e agressividade aumentam, porém a visão diminui (eles não reagem à luz, por exemplo) e os infectados atacam em grupos, fazendo emboscadas. São chamados de Caçadores.
3- o estágio mais hostil. Totalmente cegos, os infectados (chamados de Estaladores) possuem o rosto coberto de fungos. Reagem fortemente aos sons e seus ataques são brutais (fatais, no início).

Essa premissa da infecção é interessante, já que é uma modificação de algo real. Os criadores usaram como base um fungo que realmente invade o sistema nervoso de formigas e as tornam zumbis (no sentido original da palavra). Um documentário da BBC foi o que os motivou a pensarem como seria se isso ocorresse com humanos, e o resultado foi ótimo.

É claro que o jogo não se baseia somente nisso, e é mais claro ainda que há dramas familiares e outros fatos no meio da trama. A luta pela sobrevivência é uma das mais tensas (e intensas) que já vi. Além dos infectados há também os humanos, sobreviventes da infecção ou militares, que atacam sem dó quando percebem que seu território está sendo invadido.

O primeiro aspecto a ser dito são os gráficos. É um jogo da Naughty Dog, então não há nada além a se dizer que não seja “o visual é absurdamente perfeito”. É sério, a cada jogo novo lançado por eles fico mais abismado com a qualidade gráfica e o nível de detalhes, por mais sutis que sejam, que colocam nos cenários, personagens, etc. A iluminação é fantástica, as texturas são perfeitas e a água ficou ainda mais natural. Os cenários são lindos, destruídos e decrépitos, e conseguem transmitir perfeitamente a sensação de isolamento e destruição que o jogo propõe. O destaque maior fica por conta dos cenários naturais (o bosque, inesquecível, e a praia, simplesmente perfeita).

Destaque também para dois pontos que achei incrivelmente bem trabalhados:
- as sombras: ao contrário de qualquer outro jogo já lançado, esse foi o primeiro (até onde eu sei) que fez as sombras, especialmente as projetadas nas paredes quando você está bem perto delas, de maneira “esfumaçada”. Fisicamente, ninguém projeta sombras nítidas e bem contornadas como todos os jogos costumam mostrar, e TLoU foi o primeiro a deixar isso extremamente natural;
- a iluminação da lanterna: é absurdo ver a mesma cor de luz refletida dependendo da superfície para a qual você aponta o feixe da lanterna. Ilumine uma parede vermelha e a luz refletida será meio avermelhada; com superfícies azuis e verdes, a mesma coisa.


A jogabilidade é bem variada, alternando entre momentos de exploração e combates corpo-a-corpo. Para ajudar você conta com os punhos, armas brancas (como pedaços de pau e canos), armas de fogo e acessórios como bombas de fumaça, de pregos e coquetéis Molotov. Isso sem mencionar a inseparável lanterna, quase obrigatória em quase todo jogo. Você anda pelos cenários e encontra vários itens (suprimentos, colecionáveis, documentos, manuais de sobrevivência, gibis e pingentes vaga-lume). Os “enigmas” são simples e não exigem quase nada de raciocínio. Aí vem a parte dos combates...

À primeira vista as lutas no jogo são idênticas a qualquer outro, já que você começa enfrentando outros humanos (sobreviventes e policiais). Socos e golpes com canos e pedaços de pau são mais diretos, porém te deixam muito mais vulnerável. O uso das armas de fogo é fortemente restrito, já que a munição é bastante escassa e a variedade de armas é bem pequena (Tess, uma das personagens, deixa isso bem claro quando diz “Faça os tiros valerem a pena”). Usar as bombas e Molotovs também é recomendado apenas em último caso, pois eles requerem certos materiais para serem montados.

Montados? Confere isso, produção?
Sim, você monta os itens que usa durante o jogo, mas não entre em pânico. Não é nada absurdo, muito pelo contrário, você simplesmente combina dois itens do seu inventário (ou mochila) e dá origem a outro (por exemplo, combine um rolo de fita com uma lâmina para criar uma faca). Obviamente, por ser um jogo que foca a sobrevivência, você não vai encontrar muita coisa.

Os golpes, habilidades e técnicas (montagem de itens e manuseio das armas) podem ser melhorados conforme você avança no jogo. Para isso você coleta pequenas engrenagens e pílulas espalhadas por todos os cenários, depois as usa no inventário para montar itens mais rápido, aumentar a energia, a quantidade de balas de cada arma, melhorar a mira, entre outros. Falta também dizer que o inventário é sempre em tempo real, seja para melhorar uma habilidade ou para combinar itens.

Outra habilidade que você usa nos combates (e bastante, diga-se de passagem) é “atentar os ouvidos”. Usando R2, os ruídos ao seu redor são abafados e você percebe onde os inimigos estão (um contorno branco é mostrado e você vê as ondas sonoras que se propagam quando eles falam ou dão passos). Isso também ajuda a ver o quanto de ruído você ou seus companheiros estão emitindo.

Quando os combates chegam à parte onde aparecem os primeiros infectados é que a tensão começa a aumentar. Usar a lanterna chamará a atenção dos Corredores, enquanto o menor barulho fará com que os Caçadores (e pior, os Estaladores!) te percebam!
Serão constantes os momentos onde você precisará atravessar — completamente agachado e se escondendo — um cenário lotado de infectados. Contra os dois primeiros tipos você pode usar as armas brancas e socos, mas os últimos são mais rápidos e mortais. Contra eles você pode (e deve!) fugir de seu alcance e ficar imóvel em algum local até que eles se acalmem e voltem a te ignorar. Quando isso não acontece, aí é hora de usar uma arma de fogo ou outro acessório.

No mais, é como qualquer outro jogo de aventura: intercalado com momentos de tensão, calma e exploração intensa (você definitivamente vai querer encontrar tantas lâminas e trapos quanto possível, acredite...). Vamos agora ao aspecto sonoro do jogo.

A trilha sonora foi composta por um ilustre desconhecido (até então, ao mundo dos jogos): Gustavo Santaolalla. Todas elas são extremamente minimalistas, combinando 100% com o clima do jogo. Toques e melodias de cavaquinho/ukulele e guitarra (perdoem-me se forem outros instrumentos, sou leigo demais nesse quesito) intercalados com violinos e cellos nas partes calmas e percussão nas partes mais agitadas. Esqueça temas orquestrados, eles certamente não combinariam com o jogo.

Todas as músicas passam uma sensação de isolamento e quietude, como deveriam ser. A impressão que tive, mesmo que as músicas não sejam iguais, foi a de estar ouvindo uma mescla da trilha sonora do filme Extermínio (especialmente com a música Vanishing Grace) com a de Ensaio Sobre a Cegueira (com All Gone). Destaques também para The Last of Us (Goodnight), as quatro outras versões de All Gone e as duas de The Path, que lembram bastante as músicas de filmes antigos de faroeste. Sem comentários para o tema principal, que é repetido incessantemente durante a trilha sonora toda e gruda na cabeça feito cola. É estranho, apesar de não negativo, que você dificilmente perceba as músicas quando joga ou que lembre em que parte cada uma delas toca, exatamente por serem minimalistas e simples.

Os efeitos sonoros também são excelentes. Ruídos dos cenários, sons do ambiente, vozes, passos, tiros e, para mim, o melhor som do jogo: os estalos que os Estaladores emitem!
Fãs de filmes asiáticos notarão a tremenda semelhança entre o som que se ouve quando os Estaladores estão por perto e o som de certo espírito japonês de uma mulher morta pelo marido cheio de fúria (Kayako, estou olhando para você! xD). É angustiante quando você chega a um local pequeno, usa a habilidade de atentar os ouvidos e “vê” que há, simplesmente, meia dúzia de estaladores no mesmo lugar, emitindo aqueles grunhidos. Nem falo nada sobre quando um deles está chegando perto de você (ou pior, quando estala e só então você percebe que está BEM atrás de você @_@). Jogar com um Home Theater deixa tudo ainda mais absurdamente imersivo.

O roteiro do jogo é o ponto mais forte e que certamente é o que conquista a todos. É impossível não se prender à história e ficar na expectativa para saber o que vem a seguir. O jogo todo corre no mesmo ritmo de um filme, com reviravoltas e certos toques de piadinhas bocós, típicas de jogos da Naughty Dog. Você com certeza se emociona (se emocionar não significa, necessariamente, chorar, OK?) com algumas coisas e sente a tensão e urgência das situações.

O final do jogo é curioso: não é grande coisa, mas ao mesmo tempo passa uma forte sensação de gratificação. Eu esperava mais, porém não deixei de gostar.

Ah, quase esqueço um ponto extremamente positivo desse jogo: os idiomas.
Não sei se todos ficaram sabendo, mas The Last of Us foi lançado com idioma totalmente localizado, ou seja, você tem a opção de legendas e, pasmem, do áudio em Língua Portuguesa! Nada de dublagem porca (Uncharted 3, oi?), a Sony aprendeu com os erros e finalmente teve a decência de contratar um estúdio brasileiro de dublagem. As vozes são famosas (você ouvirá, entre outros, a voz do dublador de Mel Gibson) e, com exceção de um ou outro personagem, a dublagem ficou excelente. Não serei hipócrita a ponto de criticar a não correspondência de frases ou da entonação de voz, afinal é muito mais fácil para quem dublou originalmente, já que a voz foi feita junto com a captura de movimentos. Eu terminei o jogo todo com o idioma dublado e gostei muito.
Fato aleatório: eu ri MUITO³²¹²¹¹²³¹²¹³²¹³²³¹ quando percebi de quem é a voz do Joel... >XD~


Por último, os modos de jogo e opções dos menus. Você pode jogar a campanha (vulgo single player) ou uma partida Multiplayer (que eu ainda não testei, shame on me, então não posso dizer nada sobre). Na campanha há quatro dificuldades: Fácil, Normal, Difícil e Sobrevivente. Na Sobrevivente você “apenas” fica sem algumas opções (como a atentar os ouvidos e os botões que aparecem na tela indicando as ações a serem feitas) e perde energia de maneira absurda (justificando o “Sobrevivente”). Óbvio que quanto maior a dificuldade, menor será a quantidade de itens e munição que você irá encontrar (na Sobrevivente você não acha praticamente nada e dificilmente consegue montar todos os itens de que precisa).

Há menus com Extras, tais como a lista de Destravamentos (tarefas e troféus), itens novos a serem comprados, suas Estatísticas e as melhores delas: a clássica seleção de capítulos e a galeria de filmes desbloqueados. Os itens novos (Roupas, Galerias de Arte e Modos de Renderização) você compra usando créditos do próprio jogo, que são ganhos quando você completa certa tarefa (“montar 30 facas”, por exemplo).

Ao terminar o jogo uma vez fica disponível o modo Novo Jogo +. Nesse modo você começa com todos os itens e habilidades da última rodada, porém tem que encontrar novamente todas as armas (do contrário seria fácil demais). Terminando em determinada dificuldade ela fica disponível no Novo Jogo +.

Agora, a parte onde todo mundo fica apreensivo e já me olha torto: os pontos negativos.
Apesar de o jogo ser tãããão absurdamente aclamado, arrisco dizer que ele não é a perfeição que todos dizem. Não sou louco de dizer que é ruim, muito longe disso, é extremamente bom de fato, porém algumas falhinhas bestas deixam a experiência bem menos agradável do que poderia ficar. Relembro que não condeno o jogo por isso, todos já devem saber que eu sou chato mesmo e fico encrencando com essas coisas :P

A primeira coisa é perceptível logo no começo: Joel não sabe pular!
Não é nada do tipo “ele não pula no início do jogo, mas ‘aprende’ a fazer isso depois” (mesmo porque ele já é um sobrevivente, então nada justifica. E outra coisa: quem não sabe pular?! õ_o). Em todas as partes do jogo onde você encontra uma pequena vala ou precisa subir algo um pouco mais alto, é necessário procurar por algo que o ajude a continuar. Determinadas coisas são perfeitamente “escaláveis”, mas ele se recusa a subir nelas.

E em que isso incomoda, James?
Simples, nas partes onde você está fugindo dos infectados. Seria bem mais fácil se Joel soubesse pular para fugir melhor deles e também se pudesse escalar determinadas partes do cenário para se esconder.

Os objetos do cenário usados como “projéteis” resumem-se completamente a, apenas, garrafas e tijolos. Do início ao fim do jogo o que você mais vê pelo chão são somente essas duas coisas, abundantemente. Os cenários são lotados de pedaços de madeira e ferro, pedras, cadeiras e quaisquer outras coisas que poderiam ser usadas para atingir os inimigos, só que você não pode pegar nada. Legal mesmo é quando você precisa de algum dos dois, mas não tem UM por perto pra ajudar ¬¬’

A corrida também é levemente estranha nesse jogo. Enquanto tudo está calmo Joel “corre devagar”, a velocidade da corrida aumenta apenas quando algum inimigo está na tela. Não é incômodo nas batalhas, mas sim nas partes calmas, onde você às vezes quer sair correndo para passar mais rápido. Com a atual tecnologia, poderiam ter balanceado a corrida de acordo com a pressão do botão do controle: quanto mais forte você apertasse, mais Joel correria.


Uma coisa que soa meio deslocada é Joel não saber fazer certas coisas básicas (como facas e Molotovs) no início do jogo. Apenas depois que você encontra manuais espalhados nos cenários é que ele “aprende” a montá-los. Considerando que ele está há 20 anos sobrevivendo nesse lugar, seria melhor que ele já começasse sabendo fazer e aos poucos aprimorasse as técnicas (isso acontece durante o jogo, mas você começa sem saber fazer nada).

Agora, a coisa que mais me incomodou de todas: os itens deixados pelos inimigos.
Pense num bando de caçadores (os humanos do jogo), alguns com pedaços de pau, outros com pistolas e um com uma escopeta. Você, com apenas 3 balas de revólver e 2 de rifle, consegue depois de muito custo derrotá-los e, no mínimo, espera que os inimigos com armas de fogo deixem as armas depois de mortos.
Nem pensar, isso acontece MUITO raramente! Eu achei brutalmente frustrante você matar quase todos os inimigos e não ser recompensado com praticamente nada (nem mesmo no modo mais fácil). Agora imaginem isso no modo mais difícil de todos...

Também durante as batalhas é que se sobressai o ponto mais delicado de todo e qualquer jogo com mais de um jogador: a inteligência artificial controlada pelo computador. Ellie ajuda bastante em algumas partes, atirando tijolos e garrafas, mas na maioria das vezes (especialmente na dificuldade Sobrevivente) ela só atrapalha. Sai correndo nos momentos mais inoportunos, atira tijolos enquanto você se mata para não fazer o menor barulho (e acaba chamando a atenção de todos os inimigos) e fica na sua frente quando você precisa atirar. Várias vezes acabei morrendo queimado porque atirei (aliás, queria atirar) um Molotov num inimigo mas ela passou bem loucona na frente, o treco explodiu nela e eu peguei fogo junto...

Isso é frequente em todos os jogos onde você tem alguém andando junto ou precisa proteger algum outro personagem. O pior de todos é Bill, que com a incrível delicadeza de um elefante manco misturado com jamanta desenfreada, faz tanto barulho que você chega a quase desistir da camuflagem em algumas partes. Por pura sorte, os inimigos não percebem a presença de Ellie nem de Bill, somente a sua.
Uma possível solução para isso? Fácil, o tradicional comando de “siga-me/fique aí/ataque”, ou um berro enorme de “vê se não faz c*g*d*, ô desgraça!” (que seria muito bem vindo em algumas partes xD).

Por fim, o jogo todo é um pouco repetitivo. Não prejudica de maneira nenhuma o andamento, mas é fato que tudo o que você vai fazer é se esconder dos inimigos e pegar tijolos e garrafas loucamente. No início é perfeito, você se sente realmente fugindo e se escondendo para salvar a vida, mas depois de um tempo começa a ficar maçante (creio que isso aconteça em todo jogo de ação stealth, ou então eu é que não gosto muito desse tipo de jogo e fico com chatice mesmo :P). A história/trama faz isso passar meio despercebido, porém não dá pra negar.

E é isso! Loooonga crítica, como de costume, para um jogo igualmente longo. Uma das chaves de ouro dessa geração, The Last of Us é sem dúvida um jogaço. Tem alguns defeitos aqui e ali, mas vale muito a pena! Tome cuidado apenas para não fazer o que eu fiz, passar mais tempo vasculhando os cenários e procurando itens do que propriamente jogando... xD

NOTA: 9,5 (beirando um 10 apenas por conta dos defeitos meio irritantes :\)

BÔNUS
Vou deixar aqui uma playlist lotada de vídeos (todos oficiais, e em Inglês) de The Last of Us. Se você ainda não jogou, sério, não assista! Vários dos vídeos estão cheios de spoilers sobre aspectos técnicos e sobre a trama do jogo, e se você ainda não chegou a jogar, isso vai estragar totalmente a graça.


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